O calendário de pagamento do IPVA 2026 no Amazonas já está definido e traz mudanças importantes para os proprietários de veículos. A Sefaz-AM divulgou as datas conforme o final da placa, além de confirmar redução nas alíquotas e ampliação de descontos e isenções.
Uma das principais novidades é o corte de 50% nas alíquotas do imposto. Veículos acima de 1.000 cilindradas, como SUVs e picapes, passam a pagar 2%. Já carros populares 1.0 e motocicletas terão alíquota de 1,5%. O mesmo percentual vale para veículos elétricos e híbridos.
Caminhões, tratores, ônibus e transporte escolar ou coletivo terão cobrança reduzida para 1%, desde que o transporte escolar esteja registrado no Detran-AM.
O contribuinte também poderá parcelar o IPVA em até três vezes, desde que antecipe o pagamento antes do prazo final.
Nesse caso, a primeira parcela garante desconto de 10%, a segunda oferece abatimento de 5% e a terceira não tem desconto, mas permite quitar o imposto de forma integral.

Como funcionam os prazos e os benefícios
Os vencimentos variam de acordo com o final da placa do veículo. Para quem tem placa final 1, por exemplo, o prazo final de pagamento é 31 de março de 2026. A mesma lógica se aplica às demais placas, que seguem um cronograma escalonado até dezembro.
Além do parcelamento antecipado, há outro benefício relevante: o desconto da Lei do Bom Condutor. Proprietários que não tenham multas na Carteira Nacional de Habilitação nem no veículo, nos últimos três anos, podem obter redução de 10% a 20% no valor do IPVA. O pedido deve ser feito no site da Sefaz a partir de 8 de janeiro.
Outra medida anunciada pelo governo estadual é a ampliação da isenção. Com a criação do chamado IPVA Social, ficam isentos do pagamento os veículos cujo imposto seja de até R$ 420. A regra foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Amazonas e passa a valer já para o exercício de 2026.
Com as mudanças, o IPVA do próximo ano tende a pesar menos no bolso, especialmente para quem mantém o veículo regularizado e aproveita os prazos e descontos oferecidos.
Por: Marcio Siqueira



