Nesta semana uma dívida milionária do ex-jogador Cafu surpreendeu o público. O curioso na história é que, para não ver sua mansão utilizada para quitar o montante, o ex-futebolista deu início a uma saga judicial. A coluna Fábia Oliveira, sempre antenada, descobriu novidades, em primeira mão, sobre essa verdadeira novela.
Um imóvel de Cafu avaliado em R$40 milhões está marcado para ir à leilão mês que vem. Buscando evitar a perda da casa, o ex-craque agiu rapidamente para comprovar que a propriedade se enquadraria como um “bem de família”. Mas o que isso muda? É simples: sendo um bem dessa espécie, a casa não pode ser penhorada.
Com exclusividade, a coluna soube que o caso virou uma grande salada. No último dia 19, Cafu teve sua ação indeferida e rejeitada pela juíza. A decisão veio do entendimento de que, na verdade, a questão deveria ter sido levantada de outro modo.
Segundo a sentença que encerrou a ação, Cafu pode, antes da adjudicação ou arrematação em leilão, agir no processo em que a dívida está sendo executada. Descomplicando: o ex-jogador deveria ter tentado comprovar que sua mansão é um bem de família dentro da ação em que a dívida está sendo cobrada.

Como o ex-craque abriu uma ação diferente apenas para provar que a propriedade não pode ser penhorada, a juíza precisou encerrar o caso. Agora, é provável que Cafu procure o caminho correto e adequado para, finalmente, provar que a mansão não pode ser utilizada para pagar sua dívida.
No final das contas, difícil é escolher o que mais nos choca: uma dívida de R$10 milhões ou uma mansão de R$40 milhões…
Por: Fábia Oliveira