Manaus

Jornalistas, apresentadores e influenciadores, à exceção de Salazar, não conseguiram êxito nas eleições deste ano em Manaus

Jornalistas, apresentadores e influenciadores, à exceção de Salazar
Foto: Divulgação

Excetuando-se o vereador mais votado, Sargento Salazar (PL), nenhum outro influenciador elegeu-se este ano para a Câmara Municipal de Manaus. O policial destacou-se no Instagram, mas tem na sua profissão o principal trunfo que o levou a ter mais de 22 mil votos. Entre os que vivem da comunicação, nenhum outro candidato logrou êxito.

Considerados favoritos para ocupar uma vaga, jornalistas como Nath Nascimento, que assim como em 2020 ficou na primeira suplência, e Cleyton Pascarelli não conseguiram votos suficientes para a eleição.

Também ficaram pelo caminho ex-campeões de voto, como Nonato Oliveira e Henrique Oliveira, com votações bem decepcionantes, abaixo dos mil votos. Outros comunicadores que já exerceram mandatos com boas votações também ficaram pelo caminho. São os casos de Álvaro Campelo, Elias Emanuel, Reizo Castelo Branco e Socorro Sampaio.

Destaque em eleições anteriores, a jornalista Liliane Araújo desta vez decepcionou, com pouco mais de 600 votos.

Destaques de portais de notícias, o Repórter Eudógio, do Imediato, e Thiago Quara, do CM7, não chegaram nem perto da eleição, assim como os ex-integrantes do elenco de Sikêra Jr., Toalha Podre e Wallacy Michelle. O dono de portal Jamys Castelo Branco também foi muito mal votado, assim como Fofinho do Povo e André Moreira.

Também ficaram pelo caminho nomes como os dos apresentadores Andrezinho Ricardo, André Luiz (este ex-vereador) e Paloma Lomittas.

Entre os famosos DJs, Evandro Julior e Raidi Rebello ficaram longe das vagas em seus partidos.

Entre os influenciadores, o melhor desempenho depois do de Salazar foi o de Caila Carim, que ficou como primeira suplente do MDB. Muito barulhenta nas redes, Doutora Marlúcia não chegou aos mil votos. Ronaldinho Souza também teve votação pífia.

Na eleição da estrutura, dos policiais e das Igrejas, comunicar bem não bastou.

Por: Redação

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